18.1.18

Clássicos nacionais para 2018

Olá, leitores, tudo bem? 

O blog deu uma breve pausa, mas finalmente voltou. Aliás, peço desculpas pela ausência, prometo voltar a postar normalmente. 

Enfim, nesse ano decidi focar ainda mais na minha meta de ler livros nacionais, mais especificamente os clássicos nacionais. Ano passado, fiquei devendo algumas leituras para a faculdade e nesse ano pretendo realizá-las. Separei alguns títulos que eu realmente estava querendo ler e vou fazer de tudo para concluir a leitura até o final de 2018. 





1. Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis 

Sinopse: É após a morte que Brás Cubas decide narrar suas memórias. Nesta condição, nada pode suavizar seu ponto de vista irônico e mordaz sobre uma sociedade em que as instituições se baseiam na hipocrisia. O casamento, o adultério, os comportamentos individuais e sociais não escapam à sua visão aguda e implacável, nesta obra fundamental de Machado de Assis.






2. Quincas Borba - Machado de Assis 

Sinopse: Narrado na terceira pessoa, é a história do ingênuo professor Rubião, mineiro de Barbacena, que recebe como herança todos os bens do filosofo Quincas Borba, mais a incumbência de tomar conta de seu cão - também denominado Quincas Borba -, e divulgar a filosofia conhecida como Humanitismo.






3. Grande Sertão: Veredas - João Guimarães Rosa 

Sinopse: Nesta obra de Guimarães Rosa, o sertão é visto e vivido de uma maneira subjetiva e profunda, e não apenas como uma paisagem a ser descrita, ou como uma série de costumes que parecem pitorescos. Sua visão resulta de um processo de integração total entre o autor e a temática, e dessa integração a linguagem é o reflexo principal. Para contar o sertão, Guimarães Rosa utiliza-se do idioma do próprio sertão, falado por Riobaldo em sua extensa e perturbadora narrativa. Encontramos em ´Grande Sertão-Veredas´ dimensões universais da condição humana - o amor, a morte, o sofrimento, o ódio, a alegria - retratadas através das lembranças do jagunço em suas aventuras no sertão mítico, e de seu amor impossível por Diadorim.



4. Manuelzão e Miguilim - João Guimarães Rosa

Sinopse: As duas novelas que formam este volume foram publicadas originalmente como parte de "Corpo De Baile", passando a ter vida editorial autônoma, sob o título de "Manuelzão E Miguilim". Manuelzão e Miguilim é uma obra composta por duas narrativas: Campo Geral e Uma Estória de Amor. Ambas são carregadas de lirismo. Em Campo Geral, vemos a habilidade de Rosa para recriar o mundo captado pela perspectiva de uma criança. Se a infância aparece com frequência nos textos rosianos, sempre ligada à magia de um mundo em que a sensibilidade, a emoção e o poder das palavras compõem um universo próximo ao dos poetas e dos loucos, é em Miguilim, nome com que passou a ser conhecida a novela, que essa temática encontra um de seus momentos mais brilhantes e comoventes.


5. Macunaíma - Mario de Andrade 

Sinopse: A personagem-título, um herói sem nenhum caráter (anti-herói), é um índio que representa o povo brasileiro, mostrando a atração pela cidade grande de São Paulo e pela máquina. A frase característica da personagem é "Ai, que preguiça!". Como na língua indígena o som "aique" significa "preguiça", Macunaíma seria duplamente preguiçoso. A parte inicial da obra assim o caracteriza: "No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite."



6. Vila dos Confins - Mário Palmério 

Sinopse: É o primeiro livro de Mário Palmério, escritor mineiro (Monte Carmelo, 01/02/1916 – Uberaba, 24/09/1996) e descreve com extrema habilidade como ocorriam (em alguns lugares, certamente, ainda ocorrem) as eleições municipais no interior deste Brasil. As peripécias políticas para vencer o outro candidato, os problemas pela falta de estrutura adequada, o jeito simples e bom do nosso homem do interior. É uma leitura fascinante, gostosa, que descreve muito bem o nosso sertão, as nossas pequenas vilas perdidas nesse imenso território brasileiro e, principalmente, descreve o homem, causa e efeito, meio e fim, de qualquer situação.


É claro que pretendo ler muito mais livros nacionais, mas quero dar uma atenção maior a esses, já que estava na lista para serem lidos há muito tempo. Enfim, vocês também pretendem ler algum destes livros? Deixe a opinião de vocês nos comentários. 


6 comentários:

  1. Oi, Lídia! Que bom te ver de volta, senti a tua falta por aqui, mas o meu blog também anda meio parado, merecemos descansar um pouquinho também, eu entendo! Também sempre tenho essa meta de ler nacionais, sinto que você vai gostar de Memórias Póstumas, gosto bastante dos romances do Machado. Quero muito ler Grande Sertão: Veredas, mas confesso que tenho um pouco de medinho, não sei quando o começarei. De qualquer forma, eu adorei a tua lista e espero que tenhas ótimas leituras em 2018. Xoxo. <3

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    1. Oi, Haise! Fico feliz em saber que sentiu minha falta <3 Sim, percebi que você também andou sumidinha... Mas é, as vezes é bom parar um pouco, respirar, e voltar quando se sentir melhor! Também gosto do Machado, apesar de não conhecer muito as obras dele, mas esse ano pretendo mudar isso.
      Menina, acredita que eu já comecei Grande Sertão:Veredas? haha parei na páginas 150 por aí, é realmente complicado ler aquele livro.

      Beijão

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  2. Oi, Lídia! Que bom que você voltou! Eu não coloquei como meta porque, quando o faço, realmente preciso fazer isso, mas estou com muita vontade de ler mais clássicos. Acho que vou dar uma passadinha na biblioteca da minha cidade para ver os livros que ela possui. Espero que você consiga ler os que você se propôs.

    Beijos,
    www.livroapaixonado.com.br

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    1. Olá, Júlia!
      Espero que também consiga ler os clássicos, vou fazer o possível para concluir essa meta até o fim do ano.

      Beijão

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  3. Olá, Lí!
    Da sua lista eu li apenas "Memórias Póstumas de Brás Cubas" e gosto bastante! Espero que leia em breve.
    Também já li alguns capítulos de Preconceito Linguístico há anos.

    Beijão
    Leitora Cretina

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  4. Oi, Mô!
    Muita gente me diz que também gostou de ''Memórias póstumas de Brás Cubas'', estou doida para lê-lo.

    Beijão

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